Reconhecimento de paternidade

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O que você precisa saber

O reconhecimento pode ser voluntário, quando o pai comparece ao cartório e assume a paternidade, ou judicial, por meio de uma ação de investigação de paternidade quando há recusa ou dúvida.

Na via judicial, o exame de DNA costuma ser determinante. O reconhecimento garante direitos importantes ao filho, como o nome do pai na certidão, alimentos e direitos sucessórios (herança).

Como funciona o acompanhamento

  1. Consulta inicial e análise da situação familiar.
  2. Tentativa de reconhecimento voluntário, quando viável.
  3. Ação de investigação de paternidade, se necessário.
  4. Realização do exame de DNA determinado pela Justiça.
  5. Averbação na certidão e garantia dos direitos do filho.

Perguntas frequentes

Como reconhecer a paternidade voluntariamente?

O pai comparece ao cartório de registro civil e declara a paternidade, que é averbada na certidão. É o caminho mais rápido quando há concordância.

E se o suposto pai se recusar a reconhecer?

É possível ajuizar uma ação de investigação de paternidade, na qual a Justiça pode determinar o exame de DNA e reconhecer a paternidade.

O exame de DNA é obrigatório?

Ninguém é forçado fisicamente a fazê-lo, mas a recusa injustificada pode gerar presunção de paternidade contra quem se nega, conforme entendimento dos tribunais.

Quais direitos o reconhecimento garante?

Inclusão do nome do pai na certidão, direito a alimentos e direitos sucessórios, entre outros efeitos jurídicos e afetivos.

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